Futsal | GDE Arreigada 3 – 4 A.R. NEGRELOS

Futsal | GDE Arreigada 3 – 4 A.R. NEGRELOS

Sábado, Março 13, 2010

PAVILHÃO- Escolas Arreigada.
DATA- HORA- Dia 12 de Março de 2010 pelas 21h00m.
PISO- Em bom estado.
ESPECTADORES- +/- 50.
DELEGADO AO JOGO- Carlos Martins.
TREINADORES- Frederico Magalhães e Tónio.
FISIOTERAPEUTA- Alcina.
RESULTADO AO INTERVALO-2-1.
RESULTADO FINAL- 3-4.
EVOLUÇÃO DO MARCADOR: 0-1, 1-1, 2-1, 2-2, 2-3, 3-3, 3-4
CINCO INICIAL- Pedro, Carlos, Brites, Faria e Buita.
SUPLENTES UTILIZADOS- Zé Manel, Helder Pereira, João ,Tiago Cunha.
SUPLENTES N/UTILIZADOS- Pitico, Tiago Antunes, Sócrates.
AUSENTES- PARDEIJO E LININHO.

SINAL MAIS JOGO – A segunda parte do jogo. Com golos, emoção, incerteza no marcador. Todos os ingredientes que estão de acordo com as melhores expectativas que os adeptos podem ter ao assistirem a um jogo de futsal.

SINAL MENOS JOGO – A má primeira parte da A.R Negrelos. É já uma característica da nossa equipa. Hesitações nas marcações, dificuldades nas transições rápidas, passes mal executados. E nem o facto de a equipa ter inaugurado o marcador mudou o rumo dos acontecimentos.

Depois de, na primeira volta, termos perdido no nosso reduto diante desta equipa por 2-1, naquela que, por ventura, terá sido a derrota mais injusta que obtivemos nesta temporada, deslocamo-nos a Arreigada com o intuito de conseguir manter e dilatar a nossa série de três vitórias consecutivas.
Desde há duas semanas, a A.R. Negrelos tem registado alguma dificuldade na preparação dos jogos, uma dificuldade que, em parte, se justifica pela lesão de dois jogadores lesionados, Sócrates e Tiago Antunes, e pela ausência de Pardeijo. No entanto, os resultados têm aparecido depois de uma série negativa, o que demonstra que a equipa está mais solidária e vai ganhado confiança.
O jogo começou lento, sendo que as equipas procuraram jogar no erro do adversário. A nossa equipa nos primeiros minutos, entrou apática a defender e estava confusa a atacar.
Sem que nada o fizesse prever, numa jogada de ataque, o nosso pivot recebe uma bola e assiste o ala Faria que, num remate colocado, inaugura o marcador.
Pensava-se que, com o adiantamento no marcador, a nossa equipa acabaria por se impor no jogo mas a verdade é que continuou lenta e sem agressividade. O Arreigada no segundo remate que faz à baliza consegue, então, o empate através de um remate potente em que o nosso guarda-redes defende a bola para o poste mas vê esta a entrar caprichosamente na baliza da A.R. O marcador havia conseguido transportar a bola desde o seu meio campo e rematar na marca dos 9 metros sem que lhe tivessem feito pressão…
A equipa continuava a jogar de uma maneira muito confusa e numa perda de bola no meio campo, num contra-ataque de 2 para um 1 bem executado, a equipa da casa faz o seu segundo golo (3 remate à baliza).
Até ao final da 1ª parte, o jogo endureceu um pouco e tivemos uma boa oportunidade para igualar o marcador, mas mais uma vez a falta de discernimento dos nossos jogadores e também falta de sorte, impediu o empate.
Na 2ª parte entrámos melhor, assentamos o jogo, mudamos o sistema defensivo e fizemos o 2-2 logo no reatar do desafio, depois de um bom trabalho do Buita e com a astúcia do Carlos que apareceu ao segundo poste. Foi só encostar.
Continuámos por cima no jogo e o Arreigada sentia cada vez mais dificuldade em anular o nosso jogo, cometendo muitas faltas, até que numa intercepção de bola o nosso pivot saí em contra-ataque e é rasteirado numa zona frontal perto da linha dos 9 metros. O jogador que comete a falta vê o segundo amarelo do desafio e é expulso. Na execução do livre, jogada de laboratório e o Zé faz o 3-2.
Tínhamos tudo a nosso favor, estávamos por cima no jogo e pensava-se que a vitória já não fugia. E não é que logo na jogada de saída, o Arreigada coloca a bola nas costas do último defesa, o seu jogador fica isolado, contorna o nosso guarda-redes e faz golo. Incrível…3-3…
O Arreigada, com o golo do empate a 5 minutos do fim, equilibrou o jogo, mas a dureza dos seus jogadores teve consequências. Num lance normal, um jogador nosso sofre uma falta – a 6ª- e Brites não perdoa…3-4…
Até ao final do jogo o Arreigada jogou em 5-4 com o guarda-redes na zona central e conseguiu criar duas jogadas de muito perigo. No entanto, defendemos bem e em algumas recuperações de bola, podíamos ter feito o golo da tranquilidade mas caprichosamente a bola não entrou.

São nestas vitórias que se ganha uma equipa e a confiança aumenta.
Vamos trabalhar duro durante esta semana para que na próxima 6ª possamos entrar no jogo com a força necessária para continuarmos esta série de vitórias que já conta com 4 jogos consecutivos.
Esperamos que o Sócrates e o Tiago Antunes recuperem rapidamente das lesões e que o Pardeijo volte cheio de força.

Com o contributo de todos somos mais fortes….

Abraço para todos e boa semana…

Comentário de Pedro Silva (A.R. Negrelos)

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Torneio NPK em Karate | Ana Monteiro foi a grande vencedora em Kata Sénior Feminino

Torneio NPK em Karate | Ana Monteiro foi a grande vencedora em Kata Sénior Feminino

No passado sábado, dia 27 de Fevereiro, decorreu o torneio Nacional de Núcleo Português de Karate, no Pavilhão da Rota dos Móveis em Lordelo, Paredes. Contou com atletas de todo o país e algumas equipas espanholas.

A Negrelense esteve presente com alguns atletas e um árbitro. Os atletas J.P.(João Paulo), Tiago Ribeiro e Rita Martins constituíram um equipa mas perderam na primeira eliminatória. Stephanie Cerqueira ganhou um combate e perdeu na segunda eliminatória sendo que Ricardo Monteiro perdeu na disputa para o 3º lugar. Ana Monteiro foi a grande vencedora na prova de Kata Individual Seniores feminino, batendo assim todas as suas adversárias directas. Esta é a resposta de quem trabalha como sempre com muita dedicação e muita atenção não dando hipótese alguma. É de salientar que estiveram presentes os melhores atletas a nível nacional e mesmo alguns atletas do nosso país vizinho, Espanha.

No próximo fim-de-semana, dia 27, temos a Taça Nacional do Centro Português de Karate, nas categorias Infantis, Iniciados e Juvenis, que terá lugar em Barcelos. A Negrelense vai estar presente.

_ Associação Negrelense

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KARATE Negrelense no Campeonato Regional Norte Seniores

KARATE Negrelense no Campeonato Regional Norte Seniores

3 atletas - 3 lugares no pódio

Decorreu no passado domingo dia 14 de Fevereiro  em Guinfões, Matosinhos, o Campeonato Regional Norte na categoria de Seniores em karate.

A Negrelense como já nos tem habituado, esteve presente com três atletas e um àrbitro, Ricardo Monteiro, Marco Costa e Ana Monteiro enquanto atletas e José Alberto como àrbitro. Participaram logo pela manhãzinha, primeiro na prova de Katas, na qual conseguiram marcar bem a sua presença, pois Ana Monteiro sagrou-se Vice Campeã Regional em Kata Individual e Vice-Campeã Regional em Kumite Individual. Por sua vez, o Ricardo Monteiro conseguiu um 3ºlugar no pódio em Kata Individual e em kumite fez grandes combates. O Marco Costa que não alcançou o pódio mas esteve lá perto, perdeu na disputa para o 3º lugar fazendo boas katas.

Contudo é de louvar o esforço destes atletas porque treinar em alta competição, trabalhar e estudar não é fácil. Ainda assim, eles fazem-no e muito bem. Por isso aproveitem as suas capacidades, apoiando-os ao máximo, tanto a nivel psicológico como monetário.

É de salientar que estes resultados serviram de apuramento par o Campeonato Nacional que se realizará no Algarve, no dia 6 de Março.

Continuem…

            Associação Negrelense

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A.R. NEGRELOS 1 Vs C.D. BOAVISTA 2

A.R. NEGRELOS 1 Vs C.D. BOAVISTA 2

Segunda-feira, Fevereiro 08, 2010

PAVILHÃO- Escola Secundária D. Afonso Henriques.

DATA- HORA- Dia 5 de Fevereiro de 2010 pelas 22h10m.

PISO- Em bom estado.

ESPECTADORES- Cerca de 60.

DELEGADO AO JOGO- Carlos Martins.

TREINADORES- Frederico Magalhães e Tónio.

FISIOTERAPEUTA- Alcina.

MASSAGISTA- Lininho.

RESULTADO AO INTERVALO-0-1.

RESULTADO FINAL- 1-2.

CINCO INICIAL- Sócrates, Carlos, Tiago Antunes, Faria e Buita.

SUPLENTES UTILIZADOS- Zé Manel, Pardeijo, Helder Pereira, Pedro e Tiago Cunha.

SUPLENTES N/UTILIZADOS- Pitico e Brites.

LESIONADO- João.

SINAL MAIS JOGO- Após ter conseguido o golo do empate, a A.R. Negrelos, praticamente, sufocou o adversário até o final do encontro em que, só por manifesta falta de sorte, não conseguiu ganhar. O Boavista demonstrou possuir uma boa equipa e, após ter sofrido a contrariedade da expulsão de um jogador, cerrou os dentes, batalhou e fez por merecer a sorte que lhes caiu no último lance do encontro.

SINAL MENOS JOGO- Mais uma primeira parte muito má da A.R. Negrelos como que fazendo um campeonato a espaços, alternando boas com péssimas exibições. Perdidas incríveis falhadas pelos jogadores da A.R. Negrelos quando o jogo estava fixado em 1-1.

Encontrando-se há duas jornadas sem vencer, recebíamos o Boavista que na primeira volta nos tinha ganho ao cair do pano, num resultado que não correspondia de todo ao que se tinha passado naquele jogo mas onde sobressaíra a maior matreirice da equipa do Boavista.

Este jogo revelou-se diferente mas já o filme… um pouco igual. A primeira parte foi sempre dominada pela equipa do Boavista que fazia da circulação de bola e movimentação dos seus jogadores a sua grande arma, com A.R. Ngrelos a evidenciar enormes dificuldades para conter uma maior agressividade e volume de jogo que o Boavista ia impondo. Com naturalidade, o Boavista adiantou-se no marcador através de uma perda de bola à entrada da área da A.R. Negrelos com um jogador do Boavista a contornar Sócrates e a desfazer o nulo. Até ao final da primeira parte, saliência para duas bolas nos ferros, uma para cada lado com resultado justo ao intervalo.

A segunda parte adivinhava-se bastante diferente com o Boavista a voltar a entrar melhor no jogo mas com a A.R. Negrelos, aos poucos, a sacudir a pressão e a começar a importunar a defensiva do Boavista que já raramente conseguia sair a jogar como até então o vinha fazendo. Num lance bem gizado deu-se o 1-1 e tudo voltou à estaca zero. Assistiu-se depois a um festival de golos perdidos pelos jogadores da A.R. Negrelos em lances de golo fácil com o Boavista a acusar em demasia o desgaste físico, prejudicado também pelo facto de ter jogado dois minutos com menos um jogador. Mas o pior ainda estava para acontecer quando num autêntico lance de golo feito, a A.R. Negrelos falha a ocasião mesmo em cima da linha de golo e, no contra-golpe, é surpreendida com um golo do Boavista, logo seguido do apito final a dar o jogo por terminado.

Foi um rude golpe que nos castiga em demasia mas que faz com vejamos que ainda temos muitas coisas para melhorar numa divisão onde os erros também se pagam com os pontos.

Abraços.

Comentário de Rui Fernandes

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A.S.C. SOBRADO 4 Vs A.R. NEGRELOS 0

A.S.C. SOBRADO 4 Vs A.R. NEGRELOS 0

Sábado, 23 Janeiro

PAVILHÃO- Pavilhão de Sobrado.

DATA-HORA- Dia 22 de Janeiro de 2010 pelas 21h30m.

PISO- Em magnífico estado.

ESPECTADORES- Cerca de 300.

DELEGADO AO JOGO- Carlos Martins.

EQUIPA TÉCNICA- Frederico Magalhães e Tónio.

FISIOTERAPEUTA- Alcina.

CINCO INICIAL- Sócrates, Carlos, Tiago Antunes, Faria e Pardeijo.

SUPLENTES UTILIZADOS- Zé Manel, Buita, Helder Pereira, Tiago Cunha, Pedro, Brites e Pitico.

CASTIGADO- João.

AUSENTE- Lininho (Massagista).

RESULTADO AO INTERVALO- 2-0.

RESULTADO FINAL- 4-0.

SINAL MAIS JOGO- Excelente entrada no jogo por parte da equipa do Sobrado que demonstrou logo uma enorme vontade de resolver as coisas rápido. Excelente moldura humana presente como que fazendo inveja a qualquer clube de divisões bem superiores. A equipa do Sobrado mostrou estar uns patamares acima da divisão que ocupa actualmente.

SINAL MENOS JOGO- Muito passividade, intranquilidade e pouca agressividade da equipa da A.R. Negrelos, parecendo estar tolhida com o ambiente. Apesar do valor do Sobrado, a A.R. Negrelos esteve muitos furos abaixo do que sabe, pode e deve fazer.

 Foi inequívoca a vitória do Sobrado e por números que não deixam dúvidas num jogo que praticamente nem teve história. O jogo começou com uma entrada muito forte da equipa do Sobrado, sendo a parte física, a face mais visível da superioridade evidenciada ao longo do encontro. Logo ao terceiro minuto, o Sobrado chega à vantagem numa excelente transição de bola com finalização ao segundo poste. A A.R. Negrelos não se conseguia encontrar mas o Sobrado também mostrava sérias dificuldades em chegar perto da baliza da A.R. Negrelos. No entanto, um auto-golo após a cobrança de um lance na linha lateral dilatou o resultado para 2-0 e, consequentemente, a equipa do Sobrado passou a ter mais tranquilidade para gerir o resultado. Assistiu-se até ao final primeira parte a um jogo equilibrado com a A.R. Negrelos a poder, por mais que uma vez, reduzir a desvantagem mas a bola caprichosamente saía a rasar os postes ou então o guarda-redes do Sobrado resolvia os problemas que iam aparecendo. Duas bolas a zero ao intervalo… um resultado talvez um pouco pesado para aquilo que se tinha passado na quadra dos primeiros 20 minutos mas a traduzir uma eficácia de quase 100% da equipa do Sobrado se subtrairmos um lance de baliza aberta falhado por um jogador do Sobrado logo na abertura do encontro.

Na segunda parte, mais do mesmo mas com a A.R. Negrelos a claudicar em lances simples. O Sobrado aproveitava para conduzir o jogo a seu belo prazer sem nunca pôr em causa o resultado e foi com naturalidade que o resultado se foi avolumando até aos 4-0. A equipa da A.R. Negrelos limitava-se ao papel de ilustre convidado não conseguindo fazer sobressair algumas das qualidades que já mostrou neste campeonato.

Um jogo para não esquecer no sentido de não voltar a cometer os mesmos erros. O Sobrado demonstrou ser claramente a melhor equipa deste campeonato. De resto, foram apenas três pontos perdidos e não mais que isso, resta-nos continuar a trabalhar para sermos cada vez mais fortes e consistentes.

Para a excelente moldura humana, assim como para a equipa de dança, um bem haja pois embelezaram em muito o espectáculo.

Abraços.

Comentário De Rui Fernandes (A.R.Negrelos)

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A.R. NEGRELOS 3 Vs ÁGUIAS AREOSA 0

A.R. NEGRELOS 3 Vs ÁGUIAS AREOSA 0

A.R. NEGRELOS 3 Vs ÁGUIAS AREOSA 0

Terça-feira, Janeiro 19, 2010

PAVILHÃO- Pavilhão Escola Secundária D. Afonso Henriques.

DATA-HORA- Dia 15 de janeiro de 2010 pelas 22h10m.

PISO- Algo escorregadio.

ESPECTADORES- Cerca de 50.

DELEGADO AO JOGO- Carlos Martins.

TREINADOR- Frederico Magalhães.

FISIOTERAPEUTA- Alcina.

MASSAGISTA- Lininho.

RESULTADO AO INTERVALO- 2-0.

RESULTADO FINAL- 3-0.

CINCO INICIAL- Sócrates, Carlos, Tiago Antunes, Faria e Pardeijo.

SUPLENTES UTILIZADOS- Buita, Zé Manel, Pitico, Tiago Cunha e Pedro.

AUSENTES- Helder Pereira e Brites.

CASTIGADO- João.

GOLOS- Buita, Tiago Antunes e Faria.

 SINAL MAIS JOGO- Segundo jogo consecutivo sem fazer golos o que aponta para uma melhoria a nível defensivo. Bastantes oportunidades de golo criadas que se podiam ter traduzido num resultado mais desnivelado.

 SINAL MENOS JOGO- Apesar ter ganho jogo, a A.R. Negrelos fez uma exibição um pouco aquém do esperado. A equipa do Águias Areosa demonstrou neste jogo enormes dificuldades durante os 40 minutos que, a continuarem, bem poderiam trazer-lhes enormes dissabores. O piso algo escorregadio condicionou muito a qualidade do jogo.

Depois de uma vitória sofrida em S. Pedro Fins, tentávamos dar continuidade a um bom resultado sabendo que se avizinham jogos extremamente difíceis.

Num jogo que se desenrolou a um ritmo algo lento e por vezes algo atabalhoado, com o piso a condicionar num ou noutro momento a qualidade do mesmo, a A.R. Negrelos teve sempre a iniciativa do jogo. Até o minuto 33/34 da segunda parte, a equipa negrelense ia criando várias oportunidades de golo, fruto de um bom bloco defensivo/ofensivo, com o Águias Areosa a esboçar ténues contra-ataques que raramente importunaram Sócrates.

Ao intervalo o marcador ostentava um redundante 2-0. Seguiu-se uma segunda parte que bem poderia ter servido para trabalharmos alguns aspectos e rodar o plantel, pois, a nível de qualidade, esta ainda foi pior a do que a primeira, facto para o qual contribuiu alguma passividade da equipa do Águias Areosa. Os adversários raramente pressionavam a zona alta. Quanto ao A.R. Negrelos, poderia e deveria ter registado uma maior posse de bola entre seus jogadores. Além disso, embora desse para jogar, o piso encontrava-se impróprio para a prática de futsal.

Salienta-se, por isso, na segunda parte, apenas a obtenção do terceiro golo de um jogo muito sensaborão e que, em nada, privilegiou os espectadores.

Para finalizar, foi uma vitória inequívoca que trará uma maior moralização para a difícil fase que, agora, irá começar. A quem assistiu o nosso muito obrigado.

Comentário de Rui Fernandes

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S.PEDRO FINS 0 Vs A. R. NEGRELOS 1

S.PEDRO FINS 0 Vs A. R. NEGRELOS 1

PAVILHÃO- Pavilhão S. Pedro de Fins.

DATA-HORA- 9 de Janeiro pelas 21h00m.

PISO- Em muito bom estado.

ESPECTADORES- Cerca de 50.

RESULTADO AO INTERVALO- 0-0.

RESULTADO FINAL- 0-1.

DELEGADO AO JOGO- Carlos Martins.

TREINADOR- Frederico Magalhães.

FISIOTERAPEUTA- Alcina.

MASSAGISTA- Lininho.

CINCO INICIAL- Sócrates, Carlos, Tiago Antunes, Faria e Buita,

SUPLENTES UTILIZADOS- Pardeijo e Pitico.

SUPLENTES N/UTILIZADOS- Tiago Cunha e João.

AUSENTES- Pedro, Zé Manel, Brites e Helder Pereira.

GOLOS- Faria.

SINAL MAIS JOGO- Um bom jogo de futsal, rápido, com muita emotividade e com incerteza no resultado até ao final. Excelente pormenor de Faria que se traduziu no único golo do jogo.

SINAL MENOS JOGO- As quezílias existentes no final do jogo que nada abonam em favor da paz no desporto.

Numa semana que nos tinha sido um pouco atípica. Deslocávamo-nos a S. Pedro Fins para realizarmos a repetição de um jogo que tinha sido interrompido por causa do piso escorregadio.

Ambas as equipas já se conheciam um pouco, quanto mais não fosse pelo facto de já terem realizado cerca de 20 minutos de jogo, na anterior partida. Começo de jogo com as equipas a estudarem-se mutuamente mas rapidamente a equipa S.Pedro de Fins se propôs a tomar as rédeas do jogo, criando alguns lances passíveis de finalização, valendo-nos o guarda-redes Sócrates para conseguirmos manter as redes invioláveis. Para acentuar ainda mais uma primeira parte um pouco desastrosa da nossa parte, voltámos a estar, passados 12 minutos da primeira parte, com um registo de cinco faltas, facto que condicionou o desenrolar do confronto até a final primeira parte. Salienta-se, até ao término da mesma, um remate da equipa do A.R. Negrelos que passou a rasar a barra da baliza do S.Pedro Fins bem como um livre de 10 metros falhado pela equipa S.P Fins.

No intervalo, havia que serenar um pouco os ânimos e corrigir as lacunas que tínhamos evidenciado primeira parte.

Teoria falada e prática melhor executada. O intervalo foi bom conselheiro e entramos na segunda parte, completamente, diferentes no jogo… dominantes, agressivos e a causar inúmeros calafrios à defensiva do S.P. Fins que já não conseguia fluir o seu jogo como na primeira parte. No entanto, o S. P. Fins mostrava-se sempre perigosa quando acercava a baliza A.R. Negrelos.

Chegamos à vantagem numa rápida reposição de bola, após uma falta a nossa favor, com Faria a tirar um adversário do caminho e a meter a bola no buraco da agulha. A partir daqui, sentimo-nos como peixes na água… A equipa S.Pedro Fins estava de cabeça perdida com a maior parte dos seus jogadores a demonstrarem enorme nervosismo. A A.R. Negrelos aproveitava para, nessa altura, fazer com que a equipa S.Pedro fins chegasse à 6ª,

7ª e 8ª falta resultando em três livres de 10 metros que, embora tivessem levado direcção à baliza, foram todos devolvidos pela base do poste após defesa do guarda-redes. Foi um jogo extremamente difícil contra uma equipa que troca bem a bola e que, na segunda parte, também acertou no poste uma vez, sobrando o mérito do guarda-redes Sócrates que, voltou a não permitir que o empate não acontecesse. Ganhou a equipa que, durante o jogo, foi mais fria e melhor soube lidar com as incidências da partida.

Boa arbitragem… Quanto às incidências no final do jogo que culminaram em expulsões dos jogadores do S.P. Fins e da A.R. Negrelos, não há muito a dizer pois o relatório árbitro mais do que ninguém tratará de fazer com que a verdade venha ao de cima.

Uma palavra para as forças de segurança presentes no local pois o seu trabalho foi excelente, mormente na escolta policial, possibilitando à equipa A.R. Negrelos sair do Pavilhão sem sofrer qualquer tipo de danos físicos ou materiais.

Abraços.

Comentário de Rui Fernandes

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Passagem de ano da Associação Negrelense na TVI

Passagem de ano da Associação Negrelense na TVI

Decorria, ainda, o ano transacto. No passado dia 31 de Dezembro, atletas da associação negrelense, pais e alguns elementos da mesma associação, deslocaram-se ao Campo Pequeno, em Lisboa, a convite da Endemol Portugal da TVI.

É de salientar que nos sentimos orgulhosos por termos sido convidados por uma entidade como a Endemol, uma vez que não se esqueceram de nós, neste cantinho de Portugal.

O convite foi feito para assistirmos ao programa, ao vivo, e em directo, da Gala de Passagem de Ano – a Grande Final de “Uma Canção para Ti”. É de louvar o espírito de convívio, desde a viagem até à realização do programa em si. Foi tudo muito bom e, mais uma vez, o nome de S.Mamede de Negrelos e Santo Tirso esteve representado. Lamentamos, com muita pena, o facto de nos ter sido negado o transporte ou sequer uma ajuda para custear o mesmo, tanto pela Câmara como pela Junta. Não é esta a melhor forma de ajudar as instituições…

Contudo, viajamos com o nosso próprio dinheiro, tudo o resto correu lindamente, agradecemos aos atletas, pais e em muito particular à Endemol Portugal e à TVI.

­_Associação Negrelense

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ESCLARECIMENTO

ESCLARECIMENTO

Tendo sido requerido pelo Sr. José Carlos Correia de Sousa um pedido de esclarecimento sobre um artigo na rubrica “Repórter por um dia” em 02 de Outubro de 2009 no n.º 11 do jornal (papel) Santo Tirso hoje com o título “Assim não pode ser” a Editirso informa os seus leitores do seguinte:

  • O Sr. José Carlos Correia de Sousa escreveu alguns artigos de opinião no nosso jornal (papel)
  • O referido artigo foi enviado por e-mail com o pseudónimo de “José Carlos Sousa”
  • Os nomes, sendo parecidos, poderiam fazer confusão para os leitores
  • Não foi intenção da Editirso que os nomes se prestassem a mal-entendidos.

Pelos factos apresentados e depois de o Sr. José Carlos Correia de Sousa se sentir lesado na dignidade da sua pessoa, a Editirso vem por este único meio apresentar as suas desculpas.

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Há magia de Natal no Instituto de Línguas

Há magia de Natal no Instituto de Línguas

Não há muito por onde fugir quando se escreve sobre um evento que contempla o que dá vida ao natal. Ainda mais quando aliado a um espectáculo superiormente executado por toda a comunidade escolar conjunta do Instituto de Línguas: Santo Tirso, Trofa e Riba D’Ave .

No dia 20 de Dezembro, com lugar no auditório Eng.º Eurico de Melo em Santo Tirso pelas 16h30, a festa de natal conseguiu reunir professores, alunos e respectivos familiares no mesmo espaço para comemorar esta quadra natalícia.

De casa cheia e sem atrasos, a Directora Pedagógica Alex Azevedo estreia o palco dando as boas-vindas e agradecendo a presença de todos. De seguida, entram em palco André, Cátia, Ana Bárbara e Catarina, alunos do instituto, que ficaram encarregues de entreter o público e guiar o resto da festa. Saltam de um idioma para outro com suficiente à vontade – português e inglês, a língua mais procurada neste estabelecimento de ensino.

Fizeram-se dos alunos e professoras artistas. Animados, entraram todos em palco para cantarem o “Jingle Bells”. Os cantos energéticos, com vozes alegres, prolongaram-se durante toda a tarde: “Deck the Halls”, “Marys Boy Child” e “Merry Christmas Everyone” foram os temas escolhidos. Estreante este ano foram os alunos de Espanhol que com a professora entoaram “Noche de Paz”. A solo puderam-se ouvir Tânia Couto com “The Spark of Creation” e um medley de músicas de Natal, e ainda Fábio Dias com um tema em francês. Houve espaço para várias peças musicais ao som de guitarras, flautas e violinos pelos alunos João Viana, Mário Carneiro, Isabel Moreira, Rui Freitas, Mariana Marques e Pedro Ferreira assim como actuações de várias turmas que manifestaram grande interesse em participar.

Da música para a dança o palco se transformou várias vezes em cenário energético em que os corpos se assumiram em forma de arco, ritmados.

Um dos pontos altos deste ano foi um sketch dos Ídolos com a actuação das turmas mais velhas, uma divertida recriação que animou toda a plateia.

Para finalizar as actividades de palco começou a entrega dos diplomas da Universidade de Cambridge, pelos quais muitos alunos lutaram ao longo dos anos.

A cerimónia de entrega foi uma espécie de prémio de reconhecimento pela carreira ascendente dos alunos, que o Instituto de Línguas teve o prazer de testemunhar.

As actuações transformaram o ambiente em magia, mas a receita mágica final só ficou completa quando, em uníssono, todos os intervenientes da festa chamaram o Pai Natal, que trazia prendinhas para todos.

Prof. Alex Azevedo_Directora Pedagógica

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